via: The Contemporist
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Memorial da Imigração Japonesa
via: The Contemporist
domingo, 3 de abril de 2011
Lilypads - Uma ecopolis de refúgios climáticos
quinta-feira, 24 de março de 2011
Oficina de Design na Orbitato - Pomerode
segunda-feira, 14 de março de 2011
Hemp Chair
terça-feira, 1 de março de 2011
Badalado designer Christian Louboutin fala sobre sua loja no Brasil
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Quem é Sérgio Rodrigues?
Sérgio Rodrigues é arquiteto e um dos principais designers brasileiros. O auge de sua carreira se deu nas décadas de 1950 e 60, quando conseguiu forjar o conceito de brasilidade no design de móveis. Criou a Poltrona Mole em 1957, hoje parte do acervo do Museum of Modern Art de Nova York (MoMA), e teve na enciclopédia Delta Larousse seu nome atrelado à imagem de “o criador do móvel brasileiro”. Formou-se na Faculdade Nacional de Arquitetura do Rio de Janeiro (hoje FAU/UFRJ) em 1952. É contemporâneo de João Batista Vilanova Artigas, Oscar Niemeyer, Oswaldo Bratke e Paulo Mendes da Rocha. Sua loja de móveis, a Oca, aberta nos anos 1950, já expôs mais de mil criações de móveis ao longo dos anos. Participou de dezenas de exposições, foi premiadíssimo, e até hoje é referência na chamada estética modernista “da grossura”, que marcou a criação artística brasileira do século 20.
Algumas de suas criações:
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| Poltrona Mole, 1961 |
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| Banco Muchi, 1958 |
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| Buffet Bu, 1952 |
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| Cadeira Dadi, 1972 |
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| Sofá Hauner, 1954 |
Via: Vá de Vintage e ProduçãoCultural.org (clique neste site e veja uma entrevista com Sérgio Rodrigues, de 27 de maio de 2010, vale a pena conferir!)
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
4ª edição do Concurso Internacional de Design Jump the Gap
A Roca lançou no 100% Design de Londres a 4ª edição do Concurso Internacional de Design Jump the Gap. Nesta edição, a Roca estabelece uma plataforma para jovens talentosos designers e arquitetos. O Jump the Gap oferece a oportunidade de criar e projetar soluções inovadoras para o banheiro e produtos relacionados.
PRÊMIO JUMP THE GAP
Inscrições através do site www.jumpthegap.net.
Via: Design Informa
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Dica de livro - "Entre sem bater"
Com o livro "Entre sem bater", Marcelo Rosenbaum abre as portas de sua nova casa aos leitores. Nas páginas do livro, está registrado o processo criativo da construção da casa do próprio arquiteto e designer.
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| Editora Abril, R$ 90,00. |
Via: Blog Casa da Chris
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Potencial Criativo - Conferência em Jaraguá do Sul
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Parceria Jovens Designers e iF Concept Award 2011
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
"Design é algo muito grande para ser enquadrado numa definição." - Palavras a uma jovem designer.
Diferentemente dos nossos computadores, os ‘HDs’ da humana raça funcionam melhor à medida em que vão ficando mais cheios de informações e referências. Assim, é nosso dever abrir os olhos para tudo e para todos. Abraçamos uma profissão maravilhosa, que nos permite extrair de tudo (tudo mesmo) um pouco de néctar para nosso pleno desenvolvimento.
Não acredito em dom. Aquilo que as pessoas chamam de ‘dom’, prefiro chamar de acúmulo de experiências, sejam elas de vida, sensoriais ou profissionais. O fundamental é erguer as antenas e não ter preconceito de captar o novo e o velho com a mesma paixão. Ouvir Bach com o mesmo interesse que a gente ouve música eletrônica contemporânea. Não fechar os olhos para Basquiat só porque a gente gosta de Rembrandt. Ler Cony, Rui Barbosa ou Kundera com a mesma curiosidade infantil. Estudar psicologia, filosofia, línguas, desenho, economia, administração… Abastecer nosso ‘arquivo’ com o maior número de referências possível. Ter uma visão holística da profissão, não limitando nossa atuação àquela meia dúzia de conceitos pré-estabelecidos que um dia nos ensinaram a ver como certos e absolutos.
Mais do que um computador, nosso cérebro se assemelha a um enorme jardim em constante crescimento. Sua arquitetura é a da evolução e da soma. Soma de cores e formas que geram outras cores e formas num movimento perpétuo de pleno desenvolvimento. Crie sempre ambientes que estimulem a criatividade. Freqüente lugares com o faro aguçado e a curiosidade crítica sempre alerta. Olhe com outros olhos. Fareje oportunidades e ângulos novos para seu repertório estético. Faça com que seu universo trabalhe a seu favor, alimentando você constantemente.
Diplomas e certificados? Acumule o mais que puder, mas não os colecione. Colecione, sim, o conhecimento que esses papéis apenas representam. Isso é para sempre! Dê igual importância aos bancos da universidade e aos bancos da praça. Até dá para ser um profissional completo sem os dois, mas o caminho não tem a mesma beleza e a paisagem perde um pouco do viço.
Design é arte? Não! Design é soma. Soma disso tudo que a gente já falou. É arte, ciência, religião, filosofia, psicologia… É conteúdo! É conhecimento na concepção mais sublime da palavra! Design é algo muito grande para ser enquadrado numa definição. É igualmente grandioso para ser colocado à margem de qualquer atividade (pois ele pode estar inserido nessa atividade!)
Por fim, questione sempre. Faça intervenções imaginárias no trabalho alheio. Modifique e crie conceitos e linguagens. Faça com que a palavra ‘design’ ganhe um novo significado para você e para sua vida. Não deixe que as pessoas tóxicas te contaminem com negativismo acerca da profissão. Como toda atividade, a nossa tem altos e baixos, mas ela é responsável muito mais pelos prazeres do que pelos reveses. Invista nessa nova forma de ver as coisas. O investimento voltará para você multiplicado e revigorado. O mundo nos oferece uma volta completa todos os dias, com direito às cores, às sensações, às novas experiências, vivências e ainda nos permite levar junto as pessoas que quisermos.
(texto escrito em abril de 2005 – Copyright by Morandini)
dexia towers - um edifício com leds

Um cenário que lembra as músicas dançantes e a época em que o Abba reinava. São 145 metros de pura luz. Literalmente. Com 38 andares, o Dexia Tower é o terceiro prédio mais alto de Bruxelas, na Bélgica. A nível mundial não seria exagerado dizer que é, provavelmente, um dos que mais chamam a atenção.
Em forma de trapézio, ocupa uma área de 4.400 metros quadrados. Quando todo colorido, parece uma grande montagem de Lego. Às vezes fica de uma cor só. Todo rosa, vermelho, amarelo... São inúmeras as combinações de cores e, com certeza, a cada nova deve dar vontade de ficar olhando um pouquinho mais.
Este grande farol tem um total de 6.000 janelas e atrás de 4.200 delas há uma instalação de iluminação que basicamente consiste em uma média de 12 lâmpadas, com três LEDs cada uma – uma verde, outra vermelha e a terceira azul -, combinadas elas são capazes de criar uma paleta de cores completa.
Quem aprecia um ambiente com boa iluminação e bom gosto cairá nas graças do edifício. A fachada pode mostrar números, letras, formas geométricas com efeitos de luz e desenhos gráficos. A combinação do verde, vermelho e azul forma o branco, e a mudança rápida e instantânea das lâmpadas dá a impressão de movimento.
A temperatura também pode ser “medida” pelo Dexia Tower. Com base na média mensal, uma cor diferente representa o aumento ou diminuição do clima. Há também um código de cores para umidade e até velocidade do vento. Interessante para um simples prédio, não?


Ao contrário dos grandes palcos em que o show só começa quando se abrem as cortinas, neste, elas precisam estar fechadas. Isso porque os LEDs não são fortes o suficiente para iluminarem a fachada sozinhos. Já com o reflexo sobre a cortina fechada é possível iluminar toda a superfície da janela.
O sistema é controlado por um computador central, cujo programa traduz o sistema de iluminação do computador. Cada imagem, efeito visual ou letra só são visíveis quando algumas janelas são iluminadas por várias cores, ou seja, cada uma das 4.200 janelas equipadas com o sistema pode ser iluminada separadamente e com a cor específica que se deseja.
Este sim é um prédio para chamar de “um bom ponto de referência”. Só não podemos dizer que a conta de luz seja das mais baratas. Com a crise econômica mundial de 2009 o Dexia Tower teve sua iluminação reduzida, iluminando por apenas 10 minutos por hora entre o pôr-do-sol e a meia noite.

















