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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Imprimindo com lápis e papel

Sempre pensando nos impactos ambientais que a tinta das impressoras podem ter ao serem descartadas (incluindo seus invólucros) e no uso excessivo de papel por conta de reimpressões o designer coreano Hoyoung Lee criou a “Pencil Printer”: uma impressora a lápis e borracha, que imprime textos e ainda pode apagá-los... Lee também levou em consideração o uso de "tocos" de lápis, geralmente esquecidos ou descartados. O projeto conceitual leva em consideração dois quesitos interessantes, a economia e a sustentabilidade ao mesmo tempo, não? Afinal lápis, principalmente os restinhos... são bem mais baratos do que qualquer cartucho de tinta.


Via: Bem Legaus!

terça-feira, 26 de abril de 2011

Retratos com lápis

 Papel, lápis e talentosos artistas. Nenhum programa de desenho de computador, sem correções de photoshop.. . apenas pura arte. 





mais em: minilua.com 
Post enviado por Cycero Delnero de Oliveira

quinta-feira, 31 de março de 2011

Desenhos 3D








Fonte: My Modern Met
Por: Cycero Delnero de Oliveira

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Esculturas na Ponta do Lápis

Nada demais em um lápis, certo?!... Errado!, se esse lápis estiver nas mãos do carpinteiro Dalton Ghetti , 49 anos, nascido no Brasil e radicado nos Estados Unidos. A partir daquele pequeno e roliço pedaço de grafite Ghetti constrói minúsculas esculturas, verdadeiras obras de arte.



Um desafio a si mesmo, é assim que o artista define a idéia de construir esculturas a partir da ponta de um lápis. Segundo ele, depois de tentar diversos materiais, em um momento de idéia genial, decidiu esculpir no grafite do lápis.

O artista tem lá suas esquisitice – como todo artista que se preze. Recusa-se a usar uma lupa para trabalhar o grafite e nunca vendeu nenhuma de suas obras, apenas presenteia os amigos. Mas Ghetti diz que adoraria ver suas obras expostas em uma galeria.

As ferramentas usadas pelo artista são as mais simples possível: uma lâmina de barbear, agulhas de costura e um estilete.

Quando a ponta do lápis se quebrava, o artista se desesperava, mas com o passar do tempo decidiu mudar sua maneira de pensar e, hoje, tem até uma “coleção cemitério” de peças quebradas. Colou-as em alfinetes e os espetou em um isopor, montando uma vitrine das esculturas que não deram certo.

O carpinteiro-artista – ou seria o artista-carpinteiro? –, já fez cerca de 100 esculturas. Atualmente está trabalhando naquela que, provavelmente, será sua maior obra, 3 mil lágrimas, representando as pessoas que morreram no ataque ao World Trade Center. A previsão para a construção da obra de arte é de 10 anos.


Abecedário














Nas esculturas, os elos são os efeitos mais complexos para o artista


quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Lápis doce

A designer polonesa Lowcy Dizajnu teve uma ideia formidável e criou o Lolly pencil, um lápis que ao invés de ter a tradicional borracha, tem um saboroso pirulito. 

Via: Design Innova
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